quarta-feira, 26 de novembro de 2014
domingo, 21 de setembro de 2014
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Grandes Vencedores Olimpíada de Língua Portuguesa 2014
1º LUGAR DO GÊNERO MEMÓRIAS LITERÁRIAS
Roça
Andávamos naquele sol de
ferver até a alma com uma lata d'água na cabeça, descalços com as
unhas dos pés e das mãos sujas de areia da roça. Eu só queria
aquele único momento do fim da tarde em que eu e outras crianças
brincávamos no chafariz.
Minha casinha, era uma
casinha mesmo, bem pequena com dois cômodos no pequeno interior de
Sanharó. Cedinho eu e meus irmãos acordávamos com meu pai a gritar
“Levantem, meninos; isso é hora de trabalhadores tá dormindo?!”.
Essas palavras me fazem acordar até hoje. As casas no interior eram
lindas, cores alegres de moradores humildes, eu até pensava que
estava no céu, as ruas eram de barro, o mesmo não nos impedia de
brincar.
Na Praça da Matriz várias
árvores enormes, eu acho que eram as maiores do mundo. A Igreja
Matriz me deixava boquiaberto, nas cores branca e bege. Nos dias de
missa, era lindo as pessoas louvando, eu não entendia, mesmo assim,
chorava. Eu sou o mais velho dos irmãos e da turma, então, eu
ficava responsável por tudo, brincadeiras, mandados, etc.
À noite, íamos bater nas
portas das casas e corríamos, no dia seguinte levávamos um baita
sermão do pai que nos deixava de castigo. Nos dias de hoje, a noite
é perigosa, não dá mais para bater nas portas e correr... Também,
não tenho mais meu pai para me dar um “baita sermão”.
Mariana da Silva 7ª série C do Ensino Fundamental
Escola Municipal Natividade Saldanha
1º LUGAR DO GÊNERO CRÔNICA
A Praça da Várzea
A nossa comunidade sem a praça fica triste, sem vida, sem cor.
Passando pela praça observei um pequeno garotinho que estava a
brincar com sua bola velha, rasgada e murcha.
No outro canto, havia um idoso sentado no banco velho da praça,
dava para escutar o barulho do banco rangendo.
Na quadra, vi meninos jogando bola. Quando do meu lado sentou uma
menina que falou: - Mas que jogo bobo! Onze meninos correndo atrás
de uma só bola!; eu suspirei pensando no que eu ia falar,
responder...
- O jogo é muito bom, você não gosta?
- Eu não! Porque não sei jogar; respondeu ela.
Dei muitas risadas e me despedi: - Tchau!
Quando chega a noite, até parece que é festa, vem gente de todos
os lugares. Entre eles, chegam os velhinhos do dominó, quando
começam a jogar se esquecem do mundo. O mundo para para eles. Sábado
à noite é o dia mais triste para os velhinhos. O maracatu toma seus
lugares como os prédios tomam os lugares das árvores.
Vejo crianças a sorrir com os seus pais, sem saber que a vida é
uma coisa que passa muito depressa como as águas que correm nos
rios.
Michael Douglas da Silva Ferreira 1º ano B do Ensino Médio
Escola Senador Novaes Filho
1º LUGAR DO GÊNERO ARTIGO DE OPINIÃO
Brasil, eis a realidade que vivo
Quando olho para o mundo com tanta fome e destruição, vejo
crianças caindo nas armadilhas e fumando a ilusão. Vejo também, a
população morrer de fome, a educação perder seu valor, a política
roubando o pouco que temos e a vida perdendo seu sentido.
Como mudar esse país? O país em si não precisa mudar, o que
realmente precisa mudar é a humanidade que, aos poucos, está
perdendo sua dignidade de maneiras degradantes.
Mas nem tudo está perdido. Vamos lutar pela paz e salvar a nossa
terra, não vamos deixar que as drogas tomem conta dos nossos filhos,
ou que a corrupção acabe com a beleza de nosso país.
Uma nação que tem as belezas naturais mundialmente reconhecidas e
cidades que exalam culturas. País esse em que a geração futura
possa desfrutar dessas belezas.
Abigail Leandra Petty da Silva 2º ano A do Ensino Médio
Escola Senador Novaes Filho
Vencedores 2014 Memórias Literárias Escola Municipal Natividade Saldanha
2º LUGAR DO GÊNERO MEMÓRIAS LITERÁRIAS
O Poço de seu João
É... sentado na varanda com
José Lucas, mais conhecido como Zé Luca, numa tarde de inverno, ele
começa a me contar as suas aventuras de criança.
“Quando eu era um moleque,
me ajuntava com os amigos do meu bairro pra brincar. Tinha um poço
no quintal de seu João, era pra lavar roupa e dar água pra cavalo
beber. À tarde quando seu João ia trabalhar na granja, eu e meus
amigos pulávamos o muro do quintal, o muro era baixo, mas ele tinha
um cachorro muito bravo e uma vizinha muito chata e fofoqueira.”
- É... diz Zé Luca, com tom
irônico – o mundo evoluiu, mas as fofoqueiras continuam.
“Pulamos o muro quando
conseguimos entrar, apareceu ele... o cachorro tão temido por nós.
Quando vimos, nós paramos, ficou olhando com um olhar assustador,
quando ele correu pra nos atacar, pra nossa sorte ele tava preso na
coleira.”
“Depois nós fomos brincar
no poço e quando tava escurecendo que a gente ia pra casa seu João
chega, eu ainda tava dentro do poço, meu amigos correram fecharam a
tampa do poço e fugiram, como não estava cheio eu estava
conseguindo respirar e meus amigos encima da árvore só esperando
seu João chegar, fez carinho no cachorro pega um balde e abre a
tampa mergulho, ele pega água pro cavalo, saí do poço ofegante, o
cavalo se assusta e relincha, a vizinha fofoqueira chama seu João.”
“A gente volta pra casa
correndo e de longe dá pra ouvir seu João gritando:
- Seus moleques! Ai, se eu
pego!”
Ana Júlia dos Santos Ramos 7ª série C do Ensino Fundamental
3º LUGAR DO GÊNERO MEMÓRIAS LITERÁRIAS
Meu bairro querido: bons tempos aqueles
Hoje essas palavras expressam
o lugar onde vivo... Rua da Piedade, Cajueiro Seco Jaboatão dos
Guararapes, eu pedi para minha avó. Afinal, ela é a mais sábia da
minha família viveu lá naqueles tempos de barões como diz ela
“tempos maravilhosos” enquanto ele contava as imagens iam sendo
criadas, montadas na minha cabeça como um filme... depois de algumas
perguntas à ela apenas ouvi a história.
“Onde nós moramos hoje não
é igual a antes, não é a toa que é chamado de Terreno dos Padres,
eu era uma menina, eu acho... não me lembro bem... minha mãe,
mulher de respeito, me ensinou coisas boas, coisas que eu posso usar
hoje... eu tinha irmãos... brincávamos muito nos terrenos, não era
calçado, eu e minha irmã brincávamos de boneca de pano e meu irmão
de cavalinho de pau, nossa mãe nos chamava para comer, normalmente
era sopa de legumes tinha um cheiro realmente bom. Tinha uma porção
de árvores pequeninas... Perto de nossa casa tinha um pé de
piripiri. Tempos bons aqueles...”
Depois dela ter me contado
isso, apenas pensei um pouco. Gostaria de estar naquele tempo...
Gosto de árvores e não temos muitas hoje... ou melhor, nem temos
árvores a não ser na praça. Realmente, bons tempos aqueles.
Texto escrito com base na no
depoimento de Sônia Queiroz, 60 anos.
Suellyn do Nascimento Gomes 7ª série C do Ensino Fundamental
4º LUGAR DO GÊNERO MEMÓRIAS LITERÁRIAS
Minha querida rua
Antes de ter essas casas
todinhas, só havia mato, barro e rio. Era bom porque eu ficava
brincando com os meus irmãos.
E os tempos foram se
passando, ela foi ficando movimentada, ela era a principal porque foi
a primeira rua do bairro, eu e os meus vizinhos brincávamos o dia
inteirona rua que era e é bom até hoje. Depois chegou os tempos dos
ônibus, eles passavam lá na frente de casa e hoje não passam, só
passam na outra rua agora.
Eu brincava de toadas as
brincadeira que existia, mas só uma que eu gostava de brincar era
que eu inventei o “tubarão no rio”, o rio era muito limpo, mas
chegaram outras pessoas e com elas a poluição. O rio que hoje é o
canal era muito bom.
Eu fui crescendo e a rua
também e hoje ela é muito povoada e o bom é que eu sempre gostei e
vou gostar dessa rua. Porque nela já chorei, já me alegrei, já
ganhei, já perdi; mas eu sempre tentei evoluir. Eu e a rua é o amor
inseparável.
Ruan Felipe C. de Araújo 7ª série C
5º LUGAR DO GÊNERO MEMÓRIAS LITERÁRIAS
A vida em Paulista
Em uma festa especial em
Paulista lá estava ela, Maria! Morava com sua avó, a ajudava a
vender frutas no mercado e que às vezes dormia num carro de mão.
Estava com uma saia branca e
uma blusa azul comemorando o ano novo... Ela me disse que ouvia funk,
mas que esses funks
não eram iguais aos de hoje em dia, eles eram legais, muito animados
e engraçados. Ela dançava muito, e que ainda em pleno ano novo foi
pedida em namoro. Dia 1 de janeiro de 1995, numa tarde de sábado
tinha um bêbado que bebeu água de fossa. É isso mesmo! Eca! Como
alguém tem coragem de fazer isso?! Maria continuou me contando como
foi aquele dia... Chegou tarde em casa, brigou com sua avó. Disse
que foi porque pegava frutas na casa da vizinha escondido e que
levava muita reclamação por isso?! Daí perguntei a ela:
- Oh, Maria por que não
morava com sua mãe? Ela não me respondeu. Disse que tomava como
exemplo suas primas que cuidavam sempre umas das outras, mesmo sem
condições morava numa casa de tábuas, mas num instante mudou de
assunto...
Disse que em 1998 teve seu
primeiro filho o Allef nascido em 12 de junho, no dia dos namorados
com 7 meses porém sem nenhum problema de saúde. Ela precisou ir
embora porque de ir, me contou que hoje é diferente, ela aceitou a
Jesus, teve uma filha e que é muito feliz por isso... Me contou que
mesmo morando em Piedade às vezes vai em Paulista. Enfrenta 2 ônibus
e quase duas horas valendo a pena.
Brenda Adriely dos Santos 7ª série C do Ensino Fundamental
Vencedores 2014 Crônica Escola Senador Novaes Filho
2º LUGAR DO GÊNERO CRÔNICA
Meu bairro
Uma avenida, uma rua, um beco, lá se vai eu. Uma jovem que cresceu
nessa comunidade, meu bairro um lugar onde vive várias pessoas,
vários seres. Um lugar onde meninos meninas brincam, se divertem,
cometem travessuras, fazem cócegas uns nos outros.
Bairro é um lugar onde todas as pessoas podem ser felizes, podem
ser capazes de amar, de viver bem e conviver melhor e lá se vai eu,
uma menina de cabelos cacheados, brincando ao som de pássaros
cantando, de crianças gritando, de alegria, de vento que me faz
respirar.
Bairro é um lugar onde mora alegria, mas também tristeza, onde
moram amigos mas também inimigos, uma comunidade onde mulheres e
homens começam uma história de amor, uma amizade. E lá está eu,
tentando que o dia seja melhor que o de ontem, que a pobreza não
faça com que as pessoas mudem ou fiquem tristes.
Bairro onde cada dia minha família aumenta e lá está eu, querendo
um mundo melhor, uma cidade melhor, um futuro cheio de esperança.
Lugar onde acontecem brigas por causa de terreno para construir suas
próprias casas, onde amigos se tornam inimigos por conta de espaço
e de moradia.
Lugar onde eu suporto minhas dores, minhas aflições, lugar onde eu
posso chorar, sorrir, viver, ser feliz, lugar onde acontecem momentos
de felicidade, mas também de tristeza.
Bairro, um local onde posso ser quem exatamente sou, uma menina
cheia de experiências e emoções.
Vivian Sabatine 1º ano B do Ensino Médio
3º LUGAR DO GÊNERO CRÔNICA
A sociedade e o Amor
Muitas vezes passamos um longo tempo de nossas vidas correndo que
nem loucos atrás de algo que desejamos, seja ele um amor, um
emprego, uma casa, uma amizade ou a liberdade.
O que isso tem a ver com a nossa sociedade? Tudo, pois as pessoas
estão esquecendo do amor, da educação, da boa convivência...
dando lugar a guerras, a conflitos, a violência. E a paz onde fica?
As pessoas estão se desentendendo por assuntos insensatos.
Mas ainda acredito que iremos mudar, conviver com os outros sem
aquele olhar preconceituoso ou racista. Temos que aceitar as pessoas
do jeito que são, ou escolheram ser. Mesmo porque a cor da pele ou
sua orientação sexual não definem seu caráter.
Reflita nesse velho ditado:
“Faço o bem sem olhar a quem, porque nós colhemos aquilo que
plantamos.”
Ou seja, faça sua parte e seja um cidadão do bem para sua
comunidade e assim cada um fazendo o certo, o mundo irá ser bem
melhor e iremos viver em tranquila paz. O amor é a base de tudo que
há no mundo, sem amar não somos nada!
Bianca Maria Nadja da Silva 1º ano B do Ensino Médio
4º LUGAR DO GÊNERO CRÔNICA
Minha cidade minha vida
Onde eu moro é legal, não
temos muitas brigas, só quando alguém bebe. Somos tipo uma família,
é nem todos, mas fazemos de tudo para nos dar bem, lá eu apronto
muitas coisas, até sem querer: várias músicas, gírias,
palavrões...
Cada um tem sua vida e tem sua forma de vivê-la. Com erros e
acertos, mas temos que saber que todos nós vamos errar. Mas devemos
aprender com os erros, nossa cidade nunca será como nós queremos de
verdade, sempre faltará algo. Para mim, para todos, nunca ficaremos
satisfeitos, embora se tenha tudo. Por isso o ser humano se reinventa
cada vez mais, é aí que ele erra e acerta.
Devemos saber que para sermos felizes onde moramos temos que
aprender a concordar com o que tetam nos ensinar. Aprender o que
querem que aprendemos.
Nunca desista de seus sonhos e de seus ideais. Aprenda com seus
erros não com o que eles querem que você aprenda.
Elias Vicente da Silva 1º ano C do Ensino Médio
Vencedores 2014 Artigo de Opinião Escola Senador Novaes Filho
2º LUGAR DO GÊNERO ARTIGO DE OPINIÃO
Uma falsa segurança
O que é segurança? Seria sair de casa sem se preocupar com o que
vai lhe acontecer na primeira esquina, largar de seu trabalho e vir
assombrado. É o que está acontecendo com os moradores da Várzea,
mesmo tendo uma delegacia no bairro, a violência essa cada dia mais
absurda, segundo alguns moradores: “sair de casa para chegar depois
das 23h é se arriscar”, pois vão se deparar com pessoas usando
drogas e assaltando alguém ou, até mesmo, você.
Mas existe uma delegacia no bairro, tem patrulhas, fazem rondas, mas
como tudo isso acontece? Será que vamos ter que ficar em casa
trancados para que possamos nos sentir bem e seguros? Pois as pessoas
que podemos recorrer para tentar amenizar isso não conseguem dar
jeito. E como o que acontece hoje reflete no amanhã, eu lhe
pergunto: como serão as crianças que convivem com isso?
Serão assombradas e, até mesmo, indo para “caminhos errados”,
essa vai ser a sociedade que teremos, até quando vamos ver famílias
sofrendo por perder alguém em um assalto ou porque uma pessoa se
sentiu no direito de espancar e matar outra sem motivo algum.
Alice Geyce Soares Monteiro 2º ano A do Ensino Médio
3º LUGAR DO GÊNERO ARTIGO DE OPINIÃO
Nordeste, o gueto do país?
Nordeste brasileiro. Região multicultural, com belas praias em todo
seu litoral, com festas lindas de se ver. Região abençoada ou não?
Alvo de várias piadas em todo país, a região Nordeste é a parte
esquecida e desprezada. Digamos que é o gueto do país. Onde só tem
gente sofredora, pobre e burra. É assim que nos veem lá fora. É
assim que somos tratados. Quando vamos ter o devido respeito?
Quanto mais o tempo passa, mais crescemos, mais desenvolvimento vem,
mais vamos ocupando nosso espaço, contribuímos com a formação de
vários estados. Somos nós que temos o Estaleiro do Atlântico Sul,
sendo a terceira maior economia do Brasil.
Com praias simplesmente desejadas, onde a visita de turistas em
épocas de festas é muito maior que a de outras regiões, com o
crescimento acelerado, aqui é realmente um lugar ruim de se morar?
Aqui é apenas o lugar de gente sofredora, pobre e burra? Perguntas
fáceis de responder que apenas precisam de mais conhecimento e menos
preconceito.
Nathalia Laís G. Lemos 2º ano A do Ensino Médio
4º LUGAR DO GÊNERO ARTIGO DE OPINIÃO
O preconceito na Várzea
O lugar onde vivo é um lugar muito preconceituoso, pois não
podemos ser o que somos por medo de alguma violência seja ela de
qualquer gênero.
Moro na Várzea, um lugar que eu, minha família e meus amigos
gostamos, apesar de ter uma delegacia do lado de casa, corremos
perigo; não podemos sair à noite, até parece que temos toque de
recolher.
Na madrugada de segunda do dia 10-08, meu irmão quase foi espancado
por um homem que se achou no direito de persegui-lo, esta não foi a
primeira vez, meu irmão não foi vítima de agressões porque
correu. Fugiu pelo simples fado de ser gay; esta situação continua
do mesmo jeito, pois a PM não faz nada.
Mas isso tem que mudar. O preconceito não tem razão. Temos nossas
vidas. Elas são nossas, fazemos o que quisermos. Se não aceita, se
tem preconceito, bem... se exploda, porque não vamos mudar e claro
que a violência não vai adiantar, sou capaz de defender minha
família com unhas e dentes.
Pare, pense: a vida não tem que ser desse jeito, não somos
obrigados a aceitar isso, estamos aqui para mudar o mundo.
Iam Guilherme 2º ano A do Ensino Médio
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Artigo de Opinião
Nos dias 26 e 27 de outubro houve a X Expo Decisão, abordando o tema: Educação, Ciências e Cultura, nas áreas Artes e Ciências.
Todos os grupos estavam muito bem organizados e passando importantes informações como o grupo " Evolua" que abordou a área Ciências, falando sobre a energia e o que ela representa para nós.
Os nossos assessores foram super legais, ajudaram bastante, só não gostei de uma coisa: o intervalo de cada grupo após a apresentação; eles deveriam apresentar duas vezes seguidas e depois 20 minutos de intervalo. Tirando isso, foi muito legal, a Expo terminou deixando saudades.
CÂNDIDA, Camila
Todos os grupos estavam muito bem organizados e passando importantes informações como o grupo " Evolua" que abordou a área Ciências, falando sobre a energia e o que ela representa para nós.
Os nossos assessores foram super legais, ajudaram bastante, só não gostei de uma coisa: o intervalo de cada grupo após a apresentação; eles deveriam apresentar duas vezes seguidas e depois 20 minutos de intervalo. Tirando isso, foi muito legal, a Expo terminou deixando saudades.
CÂNDIDA, Camila
Expo Decisão
A X Expo Decisão, que aconteceu nos dias 26 e 27 de outubro teve a importância para os alunos por valer como nota da prova parcial, aqueles que não fizerem irão fazer provas.
A pessoa fazer a feirinha é melhor para a pessoa porque não precisa estudar e se importar quanto vai tirar. Pelo sufoco que a pessoa passa merece mais do que 8,0 de média.
Os grupos foram muito bons e muito bem organizados, gostaria que no próximo ano estar no Decisão para novamente prestigiar um evento tão bonito.
JORGE, Alexandre
A pessoa fazer a feirinha é melhor para a pessoa porque não precisa estudar e se importar quanto vai tirar. Pelo sufoco que a pessoa passa merece mais do que 8,0 de média.
Os grupos foram muito bons e muito bem organizados, gostaria que no próximo ano estar no Decisão para novamente prestigiar um evento tão bonito.
JORGE, Alexandre
Expo Decisão
A Expo Decisão foi muito boa. A sala que eu participei falou sobre lampião, teve muito barulho; mas deu para apresentar, a representante até parou a peça algumas vezes, mas no final deu tudo certo.
As salas foram muito arrumadas, as equipes falaram muito bem, eu gostei muito, apesar do calor muito grande na nossa sala. Usamos o ventilador, não podia ligar o ar condicionado porque tinha folhas no nosso cenário. Eu fiz papel do coronel, Pedro (7°ano) que era da peça da minha sala ganhou o troféu revelação. Eu fiquei muito feliz, a nossa equipe apresentou até à noite, algumas salas que não apresentaram nesse horário.
A pior hora foi a de arrumar a sala, os espinhos do cacto entraram nos meus dedos, mas os assessores lavaram a sala.
HENRIQUE, Hélio
As salas foram muito arrumadas, as equipes falaram muito bem, eu gostei muito, apesar do calor muito grande na nossa sala. Usamos o ventilador, não podia ligar o ar condicionado porque tinha folhas no nosso cenário. Eu fiz papel do coronel, Pedro (7°ano) que era da peça da minha sala ganhou o troféu revelação. Eu fiquei muito feliz, a nossa equipe apresentou até à noite, algumas salas que não apresentaram nesse horário.
A pior hora foi a de arrumar a sala, os espinhos do cacto entraram nos meus dedos, mas os assessores lavaram a sala.
HENRIQUE, Hélio
domingo, 22 de novembro de 2009
Expo Decisão
A Expo Decisão é uma ótima oportunidade para se aprender mais e nos ajudar no cotidiano através dos conhecimentos adquiridos. É quando aprendemos sobre diversos assuntos, como por exemplo sobre os planetas.
VICENTE, Daniel
VICENTE, Daniel
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